Renda Fixa – 4 Tipos e Como Escolher

Quer investir em renda fixa, mas quer outras alternativas à poupança? Veja 4 tipos e saiba como escolher sem colocar sua reserva financeira em risco.

A primeira coisa a fazer antes de escolher uma renda fixa para investir é entender que para obter bons rendimentos precisamos considerar como anda o cenário e sua disponibilidade.

Atualmente, a poupança passa por um cenário de juros baixos – Um pouco abaixo de 8,5% ao ano.

Por isso, se você deseja algo mais rentável, deve procurara investir seu dinheiro em um tipo de aplicação de renda fixa que esteja mais em alta.

De acordo com especialista o momento atual nos faz considerar a poupança apenas a curto prazo, no máximo 6 meses.

No entanto, isso não é possível tendo em vista que esse investimento possui uma regra de prazo de retirada que penaliza o investidor.

Afinal, a poupança é uma renda fixa que só remunera a cada aniversário.

Sendo assim, se você retira o dinheiro antes, vai receber somente o equivalente aos meses em questão.

Dicas Para Escolher Uma Renda Fixa Realmente Rentável

Como falei anteriormente, a poupança não vem sendo uma boa opção de renda fixa.

Todavia, não é por isso que você vai sair por aí investindo em qualquer coisa que aparece.

Eliminando de cara a caderneta de poupança, confira outras opções, mas antes veja o que deve ser considerado ao se deparara com outros tipos de aplicação de renda fixa.

Taxa de Administração

Na hora de escolher o melhor investimento, leve em consideração a taxa de administração.

Esta taxa precisa ser a menor possível, mas outra alternativa é comprar o título diretamente do emissor.

Sem a intermediação de uma empresa, obviamente você não terá que pagar a taxa.

Sedo assim, a dica é pesquisar bem e conversar com o intermediador, caso tenha, para evitar surpresas futuras.

4 Tipos de Aplicação de Renda Extra

1.   Títulos Públicos

De acordo com especialistas, os títulos públicos são o investimento de renda fixa mais seguro do país.

O motivo é o próprio governo é responsável pela emissão dessa moeda, então o risco de calote é muito pequeno.

Além disso, os papéis são emitidos em real e caso haja necessidade, o governo ainda pode imprimir dinheiro por um período curto.

Sem dúvida, a melhor forma de investir em títulos públicos é através do Tesouro Direto.

2.   Debêntures

No intuito de atrair investidores as debêntures, emitidas por empresas nacionais, estão pagando mais que 100% do CDI.

Desse modo, comprar os títulos de dívidas das maiores organizações do Brasil pode ser lucrativo e seguro.

Acredite! A possibilidade de uma destas companhias quebrar de vez e deixar os investidores na mão é quase zero.

O único risco de aplicação dessa renda fixa é em relação à sua liquidez.

Isso porque aqui no país não temos mercado secundário, então se você precisar vender seus papéis com urgência terá que diminuir bastante o preço para encontrar comprador.

3.   CDB – Certificado de Depósito Bancário

A dica mais importante para investir em CDB é só fazer isso quando sua remuneração for mais alta que a do Tesouro Direto.

Dificilmente os bancos grandes oferecem uma taxa superior a 100%, então você deve procurara bancos pequenos e médios.

Todavia, a única ressalva é encontrar empresas que possuam uma alavancagem maior.

Em suma, o investidor deve dar preferência a bancos que estejam em situação mais confortável.

4.   Letras de Crédito

São investimentos bem parecidos com os CDBs, contudo, com determinadas diferenças:

São isentos de imposto de renda;

Precisam ser usados para fins específicos (agronegócio ou imobiliários);

Assim como o CDB, essa é uma aplicação de renda fixa mais indicado para médio e longo prazo.

Caso seja iniciante, a recomendação é antes de investir em qualquer tipo de renda fixa é procurar ajuda profissional. É sempre bom se precaver para não ariscar a estabilidade financeira.

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